Baixado, criado, executado, parado e reexecutado … Já sabe do que estou falando? Sim, correto! Esses são os estados/operações possíveis em um container, e que até então vimos nos outros posts dessa série. Mas peraí Victor … Não está faltando nada? Acertou de novo! Eu diria que ainda resta mais um: o “famigerado” modificado/salvo Caso […]

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Sempre que quisermos que um container execute novamente, usaremos o comando START. Para isso você pode referenciá-lo utilizando o ID do mesmo, ou o nome previamente definido. Então, ficaria assim: docker start < id_name > Mas antes, é claro, precisaremos resgatar tais informações. Por exemplo: docker ps -a A explicação para cada coluna você pode […]

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O que acontece depois de executarmos o último comando (docker run hello-world) do post anterior? Melhor dizendo, qual será a ordem entre os principais elementos listados? Você se lembra deles? Não?! Tudo bem! 😉 Refrescando a memória, são eles: containers, dockerfile, images, engine, hub … Mas voltando a nossa pergunta, quem chama o quê primeiro? […]

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UPDATE! / DISCLAIMER: Depois de muitas idas e vindas ao banco … buscas e mais buscas à procura de documentos pessoais que não via há tanto tempo … cópias, xerox, pdf’s, assinaturas … e por fim, infinitas caixas/pacotes para organizar, mofo/poeira para limpar, caminhão da mudança, lavar o piso novo, desempacotar e remontar 😫😓 (…) […]

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CONT. ☝ 👈 ANTERIOR: WHERE TASKS RUN ? Condicionais, em bom português, são aquelas famosas palavrinhas que aprendemos (lógica da programação) com o intuito de: parar momentaneamente o fluxo do programa; desviar a sequência ou conteúdo de variável para um bloco de código que faz checagem; chamar uma função ou sub-rotina; capturar exceções e tratá-las; […]

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